PSIQUIATRIA SEM HOSPÍCIO
sábado, 6 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
DINHEIRO NAS MEIAS E OS DENTES DE EX PACIENTE DO MEDUNA
Encontro-a sempre no seu ponto. O cabelo cresceu. Observei que lhe falta muitos dentes. Deve ser difícil comer. Alguém tem idéia de algum programa de doação de prótese dentária. Algum dentista, protético poderia doar o tratamento e a dentadura. Tenho receio de levá-la aos dentistas do hospital psiquiátrico. Sabem por quê?
Lembro que alguém me falou de um trabalho (acho que foi a própria dentista) do CAPS norte, com saúde bucal. Trabalho apresentado em congresso científico e tudo. Então, que faço? Dá agonia ver a boca desdentada e apodrecida de A., envelhecendo-a muito e prejudicando sua saúde, com certeza.
NINHO NA UFPI
Alguém em sofrimento psíquico é problema de todos.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
GRUPO QUINZENAL DE BIODANÇA

Facilitadora: Ismênia Reis
INÍCIO: 6 DE FEVEREIRO
SÁBADO
DAS 15:00 ÀS 18:00 HORAS
Av. Jóquei Clube, 1579
(Em frente ao Colégio Madre Savina)
Inscrições abertas pelo e-mail
biodanca.piaui@gmail.com
Ou pelo telefone: 3232-5293
Investimento Mensal:
R$ 65,00
R$ 45,00
(estudante ou pessoa idosa)
INFORMAÇÕES SOBRE BIODANÇA:
https://sites.google.com/site/biodancapiaui/
http://biopiaui.blogspot.com
domingo, 31 de janeiro de 2010
TRANSTORNO MENTAL:DIAGNÓSTICO E CUIDADO PRECOCE
As escolas públicas do municipio e estado têm várias crianças "estigmatizadas" como "doidas", sem diagnósticos, agitadas e nem sempre com dificuldades de aprendizagem, mas de conduta., porque não agem como a maioria, são diferentes e inusitadas. As crianças com deficiência auditiva ou visual, deficiências físicas ou mental (diferente de transtorno mental, segundo a abordagem de escola inclusiva do Ministério da Educação em alguns documentos) tem salas de apoio pedagógico, o atendimento especializado em educação (AEE) que são as salas de recursos multifuncionais. Políticas de educação especial com razoável sucesso. Mas para as crianças com transtornos mentais não há nada, nem uma preocupação com elas. Se vão a algum serviço psiquiátrico, nem sempre é o CAPS, que aindanão é referência para a família, são medicadas com a mesma medicação de adultos na mesma dosagem.E os diagnósticos na sua maioria são de retardo mental leve, parece que os profissionais não se arriscam a diagnosticar uma possibilidade psicose infantil. Pior, ficamos na escola com uma criança inquieta, mas produtiva , e lerda quando está medicada, com esse diagnóstico. Digo, até que ele (a) chegue a vida adulta e tenha seu primeiro grande surto e as portas do manicômio, como uma boca com fome o (a) abocanhe, criando mais um "crônico", alguém com um "transtorno severo e persistente".
Abaixo a divulgação do I ENCONTRO NORDESTINO DE CAPS - i , que me parece acontece rcom esta proposta de discutir diagnóstico e o cuidado precoce, como em tantas outras deficências, definindo um futuro de melhor qualidade de vida para tanta gente, no caso do transtorno mental podemos sonhar com uma geração para daqui 30 anos, que viva com transtorno mental desde criança e não conheça internações integrais em hospitais psiquiátricos. É uma esperança.
I ENCONTRO NORDESTINO DE CAPS INFANTIL
Prezados colegas,
Estaremos realizando em Campina Grande nos próximos 25, 26 e 27 de março o I Encontro Nordestino de Caps Infantil. Diante das dificuldades enfrentadas no cotidiano dos dois Caps infantis da cidade bem como nos dois Caps I dos distritos rurais, optamos pelo tema: A Importância da Intervenção Precoce na Construção de uma Política de Saúde Mental Infanto-Juvenil. Certamente a realidade de Campina Grande não é diferente das demais cidades do Brasil: recebemos diariamente crianças crescidas, em estado psíquico extremamente comprometido, que não foram detectadas pela atenção básica, ou adequadamente atendidas quando encaminhadas às instituições de saúde mental infantil. Entendemos então que a capacitação das equipes tanto do PSF quanto da Saúde Mental tem sido a saída para lidar com tal realidade e assim contribuir efetivamente para a construção de uma política de saúde mental infanto-juvenil, tanto em Campina Grande quanto nas outras cidades.
Por essas razões, queremos especialmente convidá-los para participar deste momento, no qual pretendemos trocar experiências e ainda desfrutar mais uma vez das informações que nos têm sido criteriosamente passadas pelos nossos consultores: Alfredo Jerusalinsky, Cláudia Mascarenhas e Leonardo Posternak.
Participem! Nosso site já pode ser visitado: www.campinagrande. org/encontronord estino
Um forte abraço a todos.
Ana Amélia Arruda
Email de professora Lúcia Rosa

